Contratos Empresariais

Contratos desenhados para a realidade da operação.

Elaboração, negociação e revisão de instrumentos empresariais considerando operação, riscos, responsabilidades e impactos jurídicos do negócio.

Conversar sobre um contrato
Contexto

Um bom contrato não registra apenas o acordo. Ele estrutura a relação.

Contrato empresarial não é a formalização de algo que já foi decidido em outro lugar. É onde se define quem faz o quê, quando, por quanto, com qual padrão de qualidade, quem assume qual risco e o que acontece quando algo sai do combinado. Cada uma dessas escolhas tem efeito comercial e financeiro antes de ter efeito jurídico.

Por isso não existe instrumento padrão adequado a relações empresariais diferentes. O mesmo tipo de contrato muda conforme o modelo de negócio, o fluxo financeiro, o prazo, o setor, o poder de negociação das partes e a tributação envolvida.

Soluções

Quatro frentes de atuação

01

Estruturar

Desenhar o instrumento a partir da operação real, e não de um modelo.

  • Contratos empresariais e comerciais
  • Instrumentos para fornecedores, clientes e parceiros
  • Prestação de serviços
  • Distribuição e representação
  • Licenciamento
  • Operações comerciais específicas
02

Negociar

Discutir as cláusulas que definem risco e dinheiro antes da assinatura.

  • Análise de propostas recebidas
  • Negociação de cláusulas
  • Alocação de responsabilidades
  • Garantias
  • Condições econômicas
  • Apoio jurídico em negociações empresariais
03

Revisar e adequar

Manter o contrato alinhado ao negócio e à legislação ao longo do tempo.

  • Revisão periódica de contratos
  • Adequação a mudanças legislativas
  • Cláusulas de preço e reajuste
  • Redistribuição de responsabilidades
  • Atualização de instrumentos que não refletem a operação
04

Resolver

Responder ao descumprimento com a medida proporcional ao objetivo.

  • Inadimplemento
  • Notificações
  • Renegociação
  • Encerramento contratual
  • Análise de penalidades
  • Conflitos empresariais e medidas judiciais quando necessárias
Reforma Tributária

A Reforma Tributária também passa pelos contratos.

A implementação do IBS e da CBS pode alterar premissas econômicas usadas na formação dos contratos empresariais. Instrumentos de médio e longo prazo, firmados sob a lógica tributária anterior, merecem análise específica antes que a mudança de carga apareça na margem.

  • Cláusulas de preço e reajuste
  • Tratamento tributário da operação
  • Repasse de alterações de carga
  • Créditos tributários e transferência
  • Responsabilidades das partes
  • Faturamento e obrigações acessórias
  • Reequilíbrio econômico
  • Cláusulas de mudança legislativa

Não se trata de alterar todos os contratos. Cada instrumento é analisado conforme a operação, o prazo, o setor e os efeitos concretos da nova tributação sobre aquela relação específica.

Avaliar contratos para a Reforma Tributária
Situações em que atuamos

Onde a conversa costuma começar

Uma atuação integrada

Uma cláusula pode ter consequência comercial, tributária e societária.

ContratoTributaçãoOperaçãoSocietário

A forma de faturar altera o tratamento tributário. A definição de responsabilidades muda o risco que a empresa carrega no balanço. Instrumentos ligados a compra de participações, investimentos e operações societárias precisam conversar com o desenho da própria operação, sob pena de a negociação e o documento contarem histórias diferentes.

Esta área integra a metodologia própria de estruturação jurídica empresarial do escritório. Conheça nossa forma de atuação, ou veja as áreas de Direito Societário e Direito Tributário.

Contratos em análise

Conteúdo sobre a área

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Quem conduz
Giani Cezimbra, advogada empresarial

Giani Cezimbra

Advogada empresarial, graduada pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduada em Advocacia Pública pela Universidade de Coimbra. Membro da Comissão de Direito Público da OAB-Ilhéus, parecerista e autora, com produção própria sobre elementos essenciais do contrato, cláusulas de proteção e riscos de instrumentos genéricos.

A condução técnica é pessoal, com acompanhamento direto da empresa e comunicação sem intermediários.

Perguntas frequentes

Dúvidas que aparecem antes da primeira conversa

Posso usar um modelo de contrato encontrado na internet?

Como ponto de partida, às vezes. Como documento final, dificilmente. O modelo genérico não descreve o objeto real daquele negócio, não prevê os riscos daquelas partes e costuma trazer cláusulas que não se aplicam. Na hora do conflito, é o que não foi previsto que gera prejuízo.

O que não pode faltar em um contrato empresarial?

Além dos requisitos legais de validade, o instrumento precisa definir com clareza o objeto e o critério de aceite, o preço e a forma de pagamento, as obrigações de cada parte, o prazo e as hipóteses de término, as penalidades e garantias, e o foro ou meio de solução de conflitos.

A Reforma Tributária obriga a alterar todos os contratos?

Não. O que precisa ser avaliado é se o instrumento tem mecanismo capaz de absorver mudança de carga tributária, como cláusula de reajuste, reequilíbrio ou repasse. Contratos de médio e longo prazo firmados sob as premissas antigas são os que merecem análise específica.

Vale a pena revisar contratos que já estão em execução?

Vale quando o contrato deixou de refletir a operação, quando houve mudança legislativa relevante, quando as condições econômicas mudaram ou quando surgiram atritos recorrentes na execução. Revisar durante a relação costuma ser mais barato do que discutir depois do rompimento.

O contrato deve acompanhar o negócio, inclusive quando o ambiente muda.

A análise parte da operação concreta para definir o que o instrumento precisa prever e o que precisa deixar de fora.

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