Propriedade Intelectual

A marca é o ativo que a empresa constrói sem perceber que está construindo.

Registro no INPI, acompanhamento do processo e proteção contínua da marca e dos demais ativos intangíveis do negócio.

Conversar sobre a proteção da marca
Contexto

Marca não é identidade visual. É patrimônio.

Toda empresa investe em marca antes de tratá-la como ativo. Paga por logotipo, embalagem, site, anúncio e presença digital, e constrói reputação ao longo de anos de operação. Só que, sem registro, esse valor todo fica apoiado em algo que outra pessoa pode reivindicar como seu.

O registro no INPI é o que converte esse investimento em direito. Ele dá exclusividade de uso no território nacional dentro do ramo de atividade, permite impedir que terceiros usem sinal semelhante e transforma a marca em bem que pode ser licenciado, cedido, avaliado em uma operação societária e defendido judicialmente.

Soluções

Do registro à proteção continuada

01

Registro

Chegar ao INPI com a análise feita, e não descobrir o problema depois do depósito.

  • Busca de anterioridade e viabilidade
  • Definição de classes e de estratégia de proteção
  • Elaboração e depósito do pedido
  • Registro de marca nominativa, figurativa e mista
  • Orientação sobre nome empresarial e domínio
02

Acompanhamento

Conduzir o processo até a concessão, respondendo ao que aparecer no caminho.

  • Acompanhamento das publicações na RPI
  • Cumprimento de exigências
  • Manifestação em oposições
  • Recursos administrativos
  • Controle de prazos e da concessão
03

Proteção

Cuidar do ativo depois de concedido, que é quando ele passa a valer.

  • Vigilância contra pedidos e usos semelhantes
  • Notificação extrajudicial a infratores
  • Medidas contra uso indevido
  • Prorrogação e manutenção do registro
  • Licenciamento e cessão
  • Marca em operações societárias e contratos
Situações em que atuamos

Onde a conversa costuma começar

Uma atuação integrada

O ativo intangível aparece no contrato, na sociedade e na venda da empresa.

MarcaContratosSocietárioPatrimônio

Quem detém a marca, a empresa ou o sócio, é uma decisão societária com efeito patrimonial. O licenciamento é um contrato com regras próprias de uso e de qualidade. Numa aquisição, a titularidade regular da marca é um dos primeiros itens verificados, e a ausência dela reduz o valor da operação ou trava a negociação.

Esta área integra a metodologia própria de estruturação jurídica empresarial do escritório. Conheça nossa forma de atuação, ou veja as áreas de Contratos e Direito Societário.

Propriedade Intelectual em análise

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Quem conduz
Giani Cezimbra, advogada empresarial

Giani Cezimbra

Advogada empresarial, graduada pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduada em Advocacia Pública pela Universidade de Coimbra. Membro da Comissão de Direito Público da OAB-Ilhéus, parecerista e autora, com atuação em propriedade intelectual, contratos e direito societário.

A condução técnica é pessoal, com acompanhamento direto do processo e comunicação sem intermediários.

Perguntas frequentes

Dúvidas que aparecem antes da primeira conversa

Preciso registrar a marca se já tenho o CNPJ e o domínio?

Sim. O registro na Junta Comercial protege o nome empresarial e o domínio garante o endereço na internet, mas nenhum dos dois assegura exclusividade sobre a marca. Essa proteção vem do registro no INPI, e é dele que decorre o direito de impedir o uso por terceiros.

Quanto tempo demora o registro no INPI?

O processo costuma levar de um a dois anos até a concessão, variando conforme a existência de oposição e exigências. A proteção, porém, retroage ao depósito, o que torna o momento do pedido mais importante do que a duração do trâmite.

O que acontece se alguém já registrou a marca que eu uso?

Depende de há quanto tempo você usa, em qual classe o registro anterior foi feito e do grau de semelhança entre as marcas. Existem caminhos, como a alegação de uso anterior, mas eles precisam ser avaliados antes de qualquer investimento adicional na identidade.

O registro é para sempre?

Não. A concessão vale por dez anos e é prorrogável por períodos iguais, mas exige uso efetivo da marca e atenção aos prazos. Registro concedido e depois abandonado, ou não utilizado, pode ser extinto ou perder eficácia prática.

Marca sem registro é investimento apoiado no direito de outra pessoa.

A análise começa pela verificação de viabilidade e pela situação atual do uso, antes de qualquer depósito.

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